O Contran aprovou uma mudança histórica no processo de obtenção da CNH no Brasil. A partir de agora, o candidato não é mais obrigado a realizar aulas em autoescolas tradicionais.
Com a nova regra, o futuro motorista ganha liberdade para escolher como quer aprender: estudando online, treinando com carro próprio, utilizando plataformas credenciadas ou contratando instrutores autônomos.
As aulas obrigatórias foram reduzidas, o processo deixa de ter prazo fixo e o custo total para tirar a carteira pode cair drasticamente. O objetivo é democratizar o acesso, reduzir burocracias e tornar o processo mais justo para quem depende da CNH para trabalhar ou se locomover.

A nova resolução do Contran moderniza totalmente o caminho até a habilitação. Na parte teórica, o aluno não precisa mais cumprir longas cargas horárias presenciais. Agora é possível estudar presencialmente, por EAD ou por plataformas digitais autorizadas. Isso permite começar e terminar os estudos com muito mais flexibilidade.
Na etapa prática, a mudança é ainda mais impactante: o candidato fica livre para treinar em carro próprio ou de familiar, sem a dependência exclusiva de veículos de autoescola. As horas mínimas de prática foram reduzidas, e o aluno pode optar por treinar com um instrutor autônomo credenciado, mantendo orientação técnica, mas com custo menor e horários mais acessíveis.
Outra alteração importante é o fim do prazo de 12 meses para concluir o processo de habilitação. Agora, o aluno avança no seu ritmo, sem pressão e sem precisar reiniciar tudo caso ultrapasse um período específico.
Mesmo com toda essa flexibilização, os exames teórico e prático continuam rigorosos, garantindo que o motorista esteja apto para dirigir com segurança.
No geral, o Brasil adota um modelo mais moderno, econômico e acessível — pensado especialmente para quem antes era impedido de tirar a CNH por causa de custos altos ou pela falta de flexibilidade no processo tradicional.

